Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Equipa alemã está em crise e totaliza oito derrotas seguidas
Seguir Autor:
O Nápoles vai tentar assaltar o Olímpico de Berlim, tendo a seu favor a profunda crise (8 derrotas seguidas) que atravessa o Union. “O jogo é importante mas não decisivo. Se jogarmos ao mais alto nível levaremos para casa os 3 pontos. Queremos recuperar os pontos perdidos no jogo com o Real. No entanto, atenção! O Union está num momento difícil, mas é preciso não esquecer que foi a equipa sensação da última edição da Bundesliga. Tem bons jogadores, como o Bonucci e o Tousart”, vinca Rudi Garcia, treinador do Nápoles, que não conta com o lesionado Osimhen. Para já, o campeão de Itália segue no 2º lugar do Grupo C com 3 pontos, tantos quantos o Sp. Braga (3º) e menos 3 do que o imaculado líder Real Madrid.
Numa maré negra anda o Union. Oito derrotas seguidas, não ganha desde 26 de agosto (4-1 ao Darmstadt). Nada que faça murchar a confiança de Urs Fischer, que deve conceder a titularidade a Diogo Leite no sector defensivo. “Vamos reagir no jogo com o Nápoles. Temos que comportar-nos como uma equipa. Baixar a cabeça não nos leva a lado algum. Ao final do dia, o futebol é para ser desfrutado. Esta é uma boa oportunidade para reentrarmos no trilho certo”, diz o técnico do Union, ainda sem pontuar na Champions.
Rui Borges deve operar quatro mudanças nas escolhas iniciais em relação a Bodo
Garante que o Sporting vai "dar tudo para conseguir passar" aos 'quartos' da Champions na receção ao Bodo/Glimt
Ingleses empataram na Alemanha e depois reforçaram a liderança na Premier
Bernardo Silva e Pep Guardiola vão à procura de uma noite perfeita no Etihad
Adeptos do Valerenga deixaram este domingo mensagem de contestação contra a federação e o emblema de Bodo
Em comunicado, organismo que tutela o futebol europeu diz que AFA rejeitou as três propostas alternativas apresentadas
Antigo jogador do FC Porto foi alvo de mais de 50 queixas entre 2019 e 2023