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Benfica ainda não ganhou no Parque dos Príncipes...
O Paris Saint-Germain é o adversário teoricamente mais temido entre os 3 que o Benfica irá defrontar no Grupo C da Liga dos Campeões. O clube francês, fundando em 1970, conheceu nos últimos anos um crescimento gigantesco à custa dos investimentos de um grupo do Qatar, com Nasser Al-Khelaïfi a assumir a presidência, assume-se hoje como um dos candidatos à final da Liga dos Campeões, muito à custa do investimento feito no seu ataque.
Na época passada, quando conquistou apenas o seu terceiro título de campeão de França, o PSG já tinha como referência o sueco Zlaten Ibrahimovic, mas esta temporada reforçou-se com Edinson Cavani, comprado ao Nápoles por 63,5 milhões de euros. A equipa conta ainda com gente da qualidade de Thiago Silva, o defesa internacional brasileiro, Marco Verratti, médio ofensivo italiano, o seu compatriota Thiago Mota, ou o internacional francês Jérémy Ménez.
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O treinador Laurent Blanc tem pela frente a tarefa de inverter o balanço dos confrontos com o Benfica que é favorável ao clube português. Em 4 jogos das provas da UEFA, os encarnados venceram por duas ocasiões, cederam um empate e perderam apenas uma vez, em Paris, em março de 2007. Mas depois dessa derrota, o Benfica recuperou a eliminatória da Taça UEFA vencendo na Luz por 3-1.
Na temporada de 2010/11, nova vitória encarnada na Luz (2-1) e um empate no Parque dos Príncipes, também garantiram a vantagem ao Benfica.
Uma das vantagens teóricas do Benfica diante do PSG será, certamente, a garantia do apoio dos portugueses residentes em Paris, como já aconteceu nas duas visitas anteriores. Por norma, os 50 mil lugares do Parque dos Príncipes costumam ficar divididos entre franceses e portugueses.
E o Benfica necessitará de todo o apoio possível, já que o PSG estará disposto a emendar a imagem menos afirmativa que tem revelado no início de temporada, com apenas uma vitória e dois empates nas três jornadas da Ligue 1 já disputadas. A dupla Cavani/Ibrahimovic parece demorar a encontrar as necessárias rotinas. Para o Benfica, o tempo poderá jogar em desfavor, pois quando tiver de defrontar os franceses, o entendimento entre aquelas referências do ataque será, seguramente, melhor. O mesmo é dizer, perigoso para qualquer adversário.
CONFRONTOS COM O BENFICA
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