A análise de Rui Malheiro à Juventus: A lei do cinismo e da bola parada

Procura atrair o rival e fomentar erros que estão na génese de saídas contundentes

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• Foto: Reuters

Irreconhecível na Liga dos Campeões, ao somar 5 derrotas em 6 jogos no Grupo H, e penalizada em 15 pontos na Série A, o que metamorfoseia um 2.º lugar, a 15 pontos do superlativo Nápoles, numa 7.ª posição, fora do acesso às competições europeias, a Juventus tem vindo a realizar um exercício marcado por muitos altos e baixos, e por inúmeras lesões, algumas de longa duração, em unidades nucleares. Aliás, a receção aos leões marcará o regresso do médio-centro Pogba – 35 minutos de utilizações em 2022/23 –, que, à semelhança de Bonucci, suplente não utilizado ante a Lazio, ainda não deverá ser opção principal para Massimiliano Allegri. Assim, a aposta do técnico dos bianconeri passa pela conquista da Liga Europa, onde seguem numa marcha invicta (3 vitórias e 1 empate), o que ditou as eliminações de Nantes e de Friburgo, como forma de acesso à próxima Champions, e da Taça de Itália, competição em que se digladiam diante do Inter no acesso à grande final. Do ponto de vista estrutural, Allegri tem vindo a fixar-se num 3x5x1x1, partindo de um 5x3x1x1/5x3x2 em momento defensivo, com Di María a posicionar-se nas costas de Vlahovic, que está em dúvida para a receção ao Sporting, o que pode conduzir Milik (ou Kean) à titularidade. Contudo, também pode utilizar o 3x5x2, com duas referências ofensivas, e, mais pontualmente, o 3x4x2x1, de forma a conciliar Di María e Chiesa no apoio a Vlahovic. As estruturas com 4 defesas, utilizadas no início da estação, como o 4x3x3 e o 4x4x2, foram abandonadas.

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