A crónica do Anderlecht-FC Porto, 2-2: brigada anticrise sofre traição final

Dragões mantiveram o jogo controlado mas não aproveitaram o 2-1, que devia ter sido final

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• Foto: LUSA_EPA

Dois golos e uma grande ocasião desperdiçada por Gonçalo Borges, no último lance da noite, constituíram epílogo exaltante de um jogo mais morno do que frenético, que pôs à prova a capacidade deste FC Porto a passar por momentos delicados. Vítor Bruno montou uma brigada anticrise em Bruxelas, ciente do momento pelo qual a equipa atravessa, e a resposta foi positiva pelo tempo fora. Quando Fábio Vieira fez o 2-1, menos de um minuto depois de ter entrado, na reta final da partida, foi clara a ideia de que essa vantagem tardia tinha garantido o triunfo. Porém, não houve tempo para usufruir nem para ajustar taticamente à nova realidade. A traição surgiria três minutos volvidos, em forma de golo do empate, com abordagem pouco firme de Martim Fernandes e de uma bola que se tornou indefensável depois de bater na cabeça de Otávio.

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