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Os tempos atuais são de festa rija em Sevilha. Há que celebrar a conquista da Liga Europa, a terceira competição europeia no palmarés do clube andaluz, depois dos triunfos em 2005/06 e 2006/07, mas há que ter um fator em conta. Curiosamente, quem chega ao fim com o troféu erguido é uma equipa que só teve hipóteses de participar na prova devido à impossibilidade de dois adversários espanhóis irem a jogo.
Ora, o Sevilha terminou a temporada passada no 9.º lugar, ainda longe do 7.º posto ocupado pelo eterno rival Betis, que iria entrar na 3.ª pré-eliminatória da Liga Europa. Só que aqui começa a “aventura” que termina com o clube andaluz de Beto, Carriço e Diogo Figueiras na elite do Velho Continente. O Málaga, 6.º classificado, violou o fair play financeiro da UEFA e foi colocado fora das competições europeias, abrindo vaga para… o Rayo Vallecano.
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O Málaga estava fora, por isso faltava “ultrapassar” o Rayo. Fácil. O clube de Vallecas não conseguiu obter uma licença da UEFA para entrar nas provas europeias e o bilhete para a 3.ª pré-eliminatória voou até Sevilha, que, como já foi referido, terminou a temporada passada no 9.º lugar. Mal se imaginava na Andaluzia o que estava aí para vir, com o sonho a ter um final feliz para os sevilhanos, cruel para o Benfica, em Turim, com o triunfo nos penáltis debaixo das defesas heróicas de Beto e da maldição de Béla Guttmann.
Imitar Dinamarca de 1992
Na verdade, não é inédito que uma equipa inicialmente afastada de uma competição acabe por conseguir conquistá-la. Aliás, até se pode dizer que, em certa medida, o Sevilha se inspirou no exemplo da Dinamarca no Europeu de 1992, uma prova para a qual a seleção nórdica não tinha assegurado direito de a disputar. Havia sido a Jugoslávia a seguir em frente na fase de qualificação, mas a guerra “salvou” a Dinamarca.
Foi devido ao conflito na Jugoslávia que o conjunto de leste se viu proibido de se qualificar para o Euro’92, abrindo portas ao segundo classificado do grupo de apuramento: a Dinamarca. Os vermelhos do norte da Europa não se fizeram rogados e surpreenderam tudo e todos a caminho de um triunfo inédito, deixando, pelo caminho, seleções como a Holanda de Van Basten (nas meias-finais) e a Alemanha de Jurgen Klinsmann.
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