Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Philippe Montanier afirma que o juiz "reconheceu que não foi infração" no lance em que João Ferreira cai na área da equipa belga
Seguir Autor:
Após o empate com o Benfica (2-2), o treinador do Standard Liège, Philippe Montanier, afirmou que o árbitro da partida reconheceu ter errado no momento em que apontou para o castigo máximo, momento em que as águias chegaram ao primeiro golo.
"Foi um jogo cheio, perante uma grande equipa. É preciso referir que só dois jogadores do Benfica valem o dobro do nosso orçamento. Só foi pena sofrermos golos de penálti. Preferia sofrer golos de lances bonitos do Benfica", começou por dizer o técnico da formação belga, antes de referir que o árbitro pediu desculpa por ter assinalado penálti sobre o lateral encarnado João Ferreira.
Relacionadas
"Vi as imagens, falei com o árbitro e ele pediu desculpa. Reconheceu que não foi infração. É pena não haver VAR nos jogos da Liga Europa. Mas não quero com isto estar a dizer que o empate neste jogo não foi justo."
Considera que o Benfica tem hipóteses de poder chegar longe na Liga Europa?
"Gosto muito do Benfica e do seu treinador, o qual torna as equipas que treina muito ofensivas. Gosto também do Darwin, um avançado de classe mundial. O Benfica tem boas hipóteses na Europa, só precisa de não ter problemas de Covid-19 como nós tivemos", concluiu.
Força policial garantiu que, tratando-se de um evento de risco elevado, foi reforçado o policiamento na cidade
Maior distância de um tento na própria baliza nos últimos 10 anos nas principais provas europeias
Ex-jogadores arsenalistas acreditam que é possível vencer em Espanha
Galegos necessitam de um pequeno milagre em Vigo para atingir as meias-finais
Jogava com amigos enquanto esperavam pelos filhos, que estavam em competição
Empate do FC Porto frente ao Nottingham vale 0,2 pontos
Antigo internacional italiano ainda não acredita no que aconteceu
Viúva do internacional português relatou, na primeira pessoa, o que aconteceu na noite da tragédia