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Líder de La Liga garante que Real, Barça e Juve não são “imprescindíveis” no futuro da Champions
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A UEFA tomou uma posição de força ao abrir um processo disciplinar a Real Madrid, Barcelona e Juventus – os únicos clubes que continuam sem se demarcarem da Superliga Europeia – e conta com o apoio das ligas europeias. Desde logo, o presidente de La Liga, Javier Tebas, deixou claro que os três gigantes europeus nem são “imprescindíveis” na Champions.
“Não vou entrar pelo campo jurídico. Sei é que nós, como Liga, não vamos defender qualquer clube espanhol que seja sancionado. Se a UEFA pode sancioná-los, não vamos dizer nada. Defendemos a maioria dos clubes, não um ou dois. Para mim, a Champions está preparada para não contar com Real, Barça e Juventus. A Champions viveu cinco anos sem o United e o Milan foi expulso das provas europeias [devido ao fair play financeiro] e a prova segue viva”, assumiu o dirigente, à margem do encontro da Plataforma de Aconselhamento de Clubes (CAP) das Ligas Europeias.
De resto, Tebas avisou até que a ideia da Superliga ainda não ‘morreu’ e referiu-se a Real, Barça e Juve como “três náufragos”: “A Superliga já acabou? Não! A Superliga não é um formato, é um conceito que começou há 20 anos com a criação do G14. É um sonho de presidentes de alguns clubes como o Real Madrid...”
Certo é que a UEFA já ameaçou os três emblemas de que podem vir a ser expulsos da prova milionária. Ainda assim, o líder do organismo europeu, Aleksander Ceferin, garantiu que espera conseguir um consenso entre todas as partes. “Nós na UEFA damos muita importância à união no futebol europeu. Todos os clubes, campeonatos e adeptos são importantes para manter de pé esta pirâmide. Outros clubes assumiram o erro e não é tempo para dividir”, concluiu o dirigente.
Acusa Infantino de apoio à prova
Recentemente, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, negou que tenha dado qualquer apoio à Superliga Europeia, no que foi contestado por Javier Tebas. O líder da Liga espanhola acusou mesmo a FIFA de estar por detrás do projeto da prova de elite. “O que estou a dizer agora, que a FIFA estava por detrás de tudo isto, não sou eu a dizê-lo, são os próprios clubes. O que Gianni Infantino faz é transformar isto num relato favorável, mas a lealdade dele tem de ser para com a UEFA e as competições nacionais”, criticou Tebas.
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