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No Canal de Moçambique, a meio caminho entre Madagáscar e a costa oriental de África, três pequenas ilhas preparam-se para fazer hoje história. Os 900 mil habitantes do arquipélago das Comoros vão assistir ao primeiro jogo da sua seleção na fase final de uma Taça das Nações Africanas, quando entrarem em campo para defrontar o Gabão.
A federação só foi admitida na FIFA em 2005, mas foi em 2014 que a sorte das Comoros mudou, com a chegada de Amir Abdou ao comando da seleção. E tudo começou em Marselha, cidade com uma comunidade de 80 mil franco-comorianos, na qual se inclui Abdou. O técnico convenceu alguns dos melhores jogadores com raízes nas Comoros a vestirem a camisola dos celacantos – um peixe que habita nas águas locais e pelo qual é conhecida a equipa.
Não são craques da Ligue 1 (alguns jogam no 5º escalão...), mas elevaram a seleção a um patamar nunca visto. Dos 28 convocados, apenas um nasceu nas Comoros. E se o Grupo C é duro de roer, história já eles fizeram.
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