Danny Murphy, antigo médio inglês, deixou muitas críticas à atitude "egocêntrica" de Salah na final da CAN. O egípcio optou por escolher bater o penálti que poderia ser decisivo, o quinto, e acabou... por não ter essa oportunidade, uma vez que os comandados de Carlos Queiroz perderam nas grandes penalidades por 4-2.
"Acho que o ego te sobe à cabeça quando queres marcar o quinto penálti. Em vez de pensar na equipa, pensou nele. O melhor marcador de penáltis da equipa nunca o pode fazer, concordo com isso. Há tantas vezes em que nem se chega lá", começou por dizer Murphy à rádio 'TalkSport', justificando imediatamente a sua opinião.
"Já ouvi muitas pessoas que aqui vieram e que até escreveram livros sobre penáltis e fizeram podcasts sobre isso. Nenhuma delas bateu penáltis em jogos grandes para realmente compreender isto. A prática não faz a perfeição, só faz a consistência. Não podes recriar a pressão, é impossível. Nunca dá para recriar o que o guarda-redes vai fazer".
O ex-médio, que se destacou ao serviço de Fulham e Liverpool, comparou ainda a postura dos guardiões das duas equipas. "Um deles ficava no centro, firme e forte, e quando o penálti era batido atirava-se. O Mendy andava de um lado para o outro da linha, que é algo difícil [na medida em que confunde quem vai marcar]. A ideia de que há uma maneira ou uma preparação perfeita para marcar... dá para ter em conta certos aspetos, mas há outros que não", terminou.
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