Baciro Candé: «País vai estar parado»

País vive um momento único

A seleção da Guiné-Bissau escreve hoje história quando se estrear na Taça das Nações Africanas e logo diante do anfitrião Gabão de José Antonio Camacho. Para o selecionador Baciro Candé, o país vive um momento único. "A expectativa é enorme. Quase podemos dizer que é como a segunda independência da Guiné-Bissau, pois o país vai estar completamente parado à espera do nosso embate com o Gabão. A nossa partida teve uma moldura humana jamais vista lá. Penso que toda a gente se concentrou em Bissau para se despedir da seleção nacional e tratou-se de uma despedida com mais impacto do que a política alguma vez teve", afirmou o selecionador guineense, de 68 anos.

Quanto às hipóteses da equipa num grupo com Gabão, Burkina Faso e Camarões, Candé avisa que nada está decidido antes de se jogar: "Sabemos de antemão que o Gabão tem uma belíssima equipa, tal como os Camarões e o Burkina. Têm um avançado que é, hoje em dia, o melhor de África e um dos melhores do Mundo, o Aubameyang. Mas a Guiné-Bissau tem a sua palavra a dizer, com todo o respeito para com os outros adversários". Por fim, um aviso à equipa. "Dependemos do coletivo e do sacrifício que mostrámos nas eliminatórias", concluiu.

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