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Dois erros monumentais nos quartos-de-final de uma competição como a CAN é demais! É uma vergonha que tenha sido validado um golo (ao Egipto) que não existiu (a bola não entrou) e tenha sido invalidado um golo (à Costa de Marfim) que foi mais que válido. Não se percebe como é que Platini não desperta para a realidade dos novos tempos. Ou interessa manter as suspeitas que pairam sobre o futebol?
O Egipto confirmou o seu favoritismo e mereceu ganhar. Aliás era impossível não ganhar, depois de tantas ofertas da equipa camaronesa.O capitão Ahmed Hassan comandou mais uma vez de forma brilhante a sua equipa para uma vitória que abre todas as perspectivas para o tri.
O dilema de Le Guen, quase sempre perdido nas suas opções nesta CAN, foi como misturar a experiência de Emana, Rigobert Song, Geremi e Webo, com a juventude de Eyong, Nguemo, Mandjeck ou Chedjou para conseguir uma alquimia perfeita. Mais uma vez não conseguiu. A equipa não sabe defender. Não é uma questão de velhos ou novos. É uma questão de treino.
Depois de Drogba é a vez da estrela Eto'o deixar a CAN. Sem brilho.
A Nigéria foi feliz no apuramento para as meias-finais. A Zâmbia mostrou ser uma equipa com um futebol muito mais atractivo, com vivacidade e acelarações constantes no jogo, com combinações ofensivas variadas e muito rápidas e curiosamente conseguiu manter um ritmo elevado até ao final do prolongamento. Os nigerianos jogaram para o empate e conseguiram que a felicidade os protegesse nas grandes penalidades. Para o espectáculo futebol é uma pena não continuarmos a ter a Zâmbia em prova .
O JOGADOR - MANDJECK (CAMARÕES)
Apesar de terem sido eliminados sem glória, na equipa dos Camarões sobressaiu um jovem que não merecia tal sorte. Pelo que jogou, pelo que lutou, pelo dinamismo que transmitiu ao meio-campo camaronês ele merece estar aqui: Mandjeck. Aos 21 anos joga no Kaiserslautern, emprestado pelo Stuttgart com quem tem contrato. Com a idade que tem, pode ainda melhorar muito no futuro.
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