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Acabou-se o sonho para a selecção angolana. Um balde de água fria para um país que se empenhou tanto na organização desta CAN e onde justificadamente tinha ambições de ver o seu futebol consagrado pela presença no pódio o que constituiria o seu melhor resultado de sempre.
Enganei-me na minha crónica de ontem ao prever a vitória de Angola. Nunca pensei que a pressão influenciasse tão negativamente os palancas que nunca souberam reagir ao golo ganês marcado muito cedo, situação de desvantagem nunca antes conhecida. Na hora da verdade, na hora da decisão, os jogadores angolanos deram mostras de imaturidade como foi evidente nas três soberanas ocasiões desperdiçadas por Manucho, um jogador que tarda em confirmar o seu potencial, e pelos inúmeros centros mal direccionados.
O Gana, teve o mérito de ter a lição bem estudada e contrariou o 3x5x2 de Angola com um 4x5x1 muito compacto que nunca deu espaços aos médios e avançados contrários. Os jogadores ganeses revelaram ter sempre mantido a disciplina táctica preconizada pelo seu treinador. As acções ofensivas dos dois laterais/extremos dos palancas - Gilberto e Mabina - foram bem anulados. Por isso, o jogo angolano nunca teve profundidade e o domínio que sempre tiveram durante o jogo foi graças a uma posse de bola quase sempre lateralizada.
No outro encontro uma grande surpresa: a Costa do Marfim eliminada! Mas não há nada a dizer em relação ao mérito da equipa da Argélia, que cometeu essa proeza apesar do enorme erro de arbitragem que impediu o jogo de se decidir nas grandes penalidades. Os marfinenses foram uma equipa sobranceira, mal orientados por um técnico arrogante, pouco humilde, sem ritmo, sem pernas e com uma defesa de papel. Francamente assim não podem ser favoritos de coisa nenhuma.
A FIGURA
Kingston - O guarda redes ganês, ao contrario da maioria dos seus colegas africanos, conseguiu fazer um jogo sem erros, revelando sempre muita calma e segurança. A esta sua performance não é estranha a sua experiência por diversas equipas turcas antes de se fixar em Inglatera, onde joga actualmente no Wigan. Foi decisivo na forma como defendeu portentosamente, ainda na primeira parte, um remate de cabeça de Manucho, num lance de golo quase certo e que seguramente daria um ânimo especial à equipa de Manuel José e um outro rumo ao desfecho da partida.
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