Adebayor: «Em África a vida de um homem não vale nada»


Adebayor ficou transtornado com o ataque terrorista de que foi alvo a seleção do Togo e explicou ao "The Sun" pormenores ainda desconhecidos.


"Quando chegámos à fronteira de Cabinda, vimos militares armados até aos dentes e questionámo-nos. Cinco quilómetros depois, ouvimos disparos e pensámos que eram crianças a brincar. Mas não: os terroristas tinham pistolas, mísseis, metralhadoras... Pensei: ‘Chegou o nosso fim'", disse o capitão do Togo, de 25 anos.


O curioso veio depois. "O autocarro não andava porque o condutor estava morto [afinal não morreu, n.d.r.] e subiu um militar. Pensei que era um rebelde para nos fuzilar mas, graças a Deus, era um polícia. Pediu-nos para sairmos de 3 em 3 e disse-me para tapar a cara com camisolas. ‘Era um dos objetivos ?' Não sei..." disse, concluindo: "Em África, a vida de um homem não vale nada."


 

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