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“Os sinais não são prometedores”, admitiu Rui Águas após chegar à cidade
Três anos depois, a Guiné Equatorial volta a receber a fase final da CAN, mas, ao contrário de em 2012, desta vez fá-lo sozinha – então, coorganizou a prova com o vizinho Gabão. Por isso, até pela dimensão do país – tem pouco mais de um quarto da área de Portugal e 620 mil habitantes –, as dificuldades logísticas e organizativas serão um problema. Em Malabo, a capital, e Bata as condições são melhores, mas não falta desorganização, como o demonstra o facto de a comitiva do Congo ter chegado ontem ao hotel e verificar que não havia alojamento para todos.
Pior é a situação em Ebebiyin, que recebe a seleção de Cabo Verde. “O local de treino é horrível, contra aquilo que nos tinham dito. Disseram que iam colocar uma relva nova, mas o campo está em péssimas condições e, ainda por cima, só existe um campo em funcionamento em vez dos dois que nos prometeram. Serão quatro equipas a treinar-se no mesmo espaço pelo menos esta semana”, adiantou ontem o selecionador cabo-verdiano, Rui Águas, a Record.
Resignação
“Aquilo que temos sentido é que com o pouco tempo que o país dispôs para organizar a prova, os sinais não são prometedores. Em relação ao alojamento de outras seleções, as coisas não estão a correr bem. Nós tivemos a sorte de, logo após o sorteio, viajar para aqui e ver as condições e escolher o hotel. Ganhámos, por isso, a possibilidade de ficar na melhor unidade hoteleira de que a cidade dispõe”, adiantou ainda o técnico, confiante nos jogadores: “Este grupo tem uma atitude muito positiva. Enfrentam dificuldades regularmente. Por isso, estão habituados a este tipo de contratempos e limitações. Como sempre, a atitude tem sido muito boa, enfrentando as realidades. Neste caso a qualidade dos campos de treino são muito maus, mas será igual para todos.”
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