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Issa Hayatou, presidente da CAF (Confederação Africana de Futebol) referiu esta sexta-feira que a recusa de Marrocos realizar a prova deve ser punida com suspensão...
O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), o camaronês Issa Hayatou, defendeu esta sexta-feira uma suspensão de quatro anos para a seleção de Marrocos, depois de esta ter sido excluída da CAN (Taça das Nações Africanas) de 2015.
A organização da CAN'2015 tinha sido atribuída a Marrocos, mas o medo da propagação do vírus Ébola fez com que o país pedisse um adiamento do torneio. A CAF, em resposta ao pedido de adiamento, retirou a organização a Marrocos e desclassificou da prova, alegando que isso tiraria toda a credibilidade da CAF.
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"As regras são claras", contou Hayatou, lembrando que, quando a Nigéria boicotou a CAN em 1996, depois de o seu presidente impedir a seleção de ir à Africa do Sul, esta ficou suspensa durante quatro anos. "Não pode haver dois pesos e duas medidas", admitiu.
A CAF anunciou esta sexta-feira a decisão de atribuir a organização da CAN'2015 à Guiné Equatorial, o que colocou os guineenses de volta à prova da qual tinham sido eliminados.
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