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‘Professor’ é o pai da Geração de Ouro e o cérebro de um novo futebol em Portugal. Mas foi prejudicado por uma certa arte da incompatibilidade
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Não começou bem a aventura de Carlos Queiroz na CAN’2022, com a derrota do Egito aos pés da Nigéria (0-1). Multiplicaram-se as críticas, aumentaram as dúvidas e sustentaram-se as desconfianças à volta de um treinador que, sendo discutível, assenta em méritos que não merecem sequer ser beliscados. Mas Carlos Queiroz, de 68 anos, tem vivido toda a carreira entre o reconhecimento dos seus pares e o desdém de quem não valoriza, nalguns casos por incapacidade académica e falta de conhecimentos, tudo quanto criou e desenvolveu. Foi a sua intervenção, com efeitos práticos nos anos 80, que impôs um novo modo de abordar o futebol, num tempo em que poucos treinadores excediam uma intervenção empírica concentrada em sistemas táticos, preparo físico e nas distintas lideranças utilizadas.
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