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O Mali entrou em campo decidido a provar que a sua seleção valia bastante mais do que aquilo que tinha mostrado até então. A vitória era importante mas não garantia a qualificação. Mas a honra seria salva. Foi o que veio a acontecer.
o outro lado um Malawi cheio de esperança em seguir em frente. No final saber-se-ia que um empate teria colocado esta seleção na fase seguinte. O Malawi mostrou não ter experiência nem qualidade para se misturar na elite.
A entrada no jogo não poderia ter sido mais fulminante para os malianos: dois golos, os mais rápidos da CAN, antes de se cumprirem 4 minutos. Kanouté primeiro e Keita num espectacular livre directo desenharam uma vitória rápida. Este início fazia prever uma exibição de gala. Mas não. Assitimos a uma gestão do resultado, jogando o q.b.,com os ouvidos em Luanda, a torcer por uma vitória angolana sobre os argelinos.
Em condições normais creio que seria esse o desfecho mais lógico. Mas Angola era de todas as equipas do grupo a equipa com mais possibilidades de se qualificar. Mas tinha a responsabilidade de não poder falhar. O empate seria sempre suficiente.Por isso a sua exibição foi condicionada por esse facto. Sempre mais racional do que as anteriores, menos espectacular, optando pela segurança e tendo o cuidado de não ficarem desequilibrados nas perdas de bola.
Os argelinos foram de início um adversário incómodo, criaram inclusive alguns calafrios à defesa angolana, com situações de golo eminente, mas à medida que ia passando o tempo em Cabinda e se ia mantendo o resultado a equipa passou a ter uma atitude mais cautelosa e conivente com os angolanos na determinação de manterem um resultado nulo que lhes permitiria a qualificação. Nada de anormal e que tem sido apanágio de muitos outros jogos na mesma situação.
O JOGADOR - BELHADJ (ARGÉLIA)
Confesso que a Argélia e o seu futebol não me seduziram muito. Depois da derrota contra o Malawi pensei que não se qualificariam. Mas conseguem estar presentes nos quartos-de-final e um dos seus jogadores que sobressai nesta equipa pela qualidade e regularidade das suas exibições é Belhadj.
Um dos melhores laterais-esquerdos desta competição, seguramente o mais rápido, está muito mais maduro e experiente daquele que observei várias vezes quando jogava no Sedan (mais um da formação francesa das divisões secundárias).
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