Egito, Gedo e os monstros da CAF


O avançado Gedo mostrou que por vezes não é necessário estar sempre sob as luzes da ribalta para ter um lugar na galeria dos imortais, uma vez que foi o melhor marcador do torneio, com 5 golos, apesar não ter sido nenhuma vez titular. Quanto ao capitão Hassan, foi um verdadeiro líder dentro e fora do campo, destacando-se pelas qualidades técnicas, mas também pela forma como faz os colegas trabalhar quando as coisas apertam. Por tudo isso foi eleito como o melhor do torneio. E merece-o...


A terminar regresso ao tema que, para mim, é o mais importante deste texto em tom de balanço da prova. A Confederação Africana de Futebol castigou o Togo com a exclusão das duas próximas edições da CAN. Alega que a comitiva recebeu ordens do Governo togolês para abandonar Angola, depois do ataque terrorista de que foram alvo por parte das FLEC, e isso vai contra os regulamentos do organismo, que tentam há muito erradicar as ingerências dos Estados nas seleções. Faltou bom senso. Castigar uma equipa deste modo depois do que aconteceu é, conforme disse Emmanuel Adebayor, uma "decisão monstruosa". Talvez o senhor Blatter, líder da FIFA, deva "meter-se ao barulho" e tentar salvar a situação.

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