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Reinado de Yaya Touré é inquestionável, mas não faltam candidatos a protagonistas
Emoção e colorido nas bancadas, jogos abertos, defesas aparatosas, dribles estonteantes e golos de bandeira são o prato forte de uma competição que continua a despertar paixões pelo cheiro a futebol de rua, mas que é cada vez menos importante para os colossos europeus descobrirem talentos ou definirem aquisições. Estão em causa o ritmo baixo das partidas, o desleixo tático que conduz a espaços latifundiários para explorar, os erros defensivos garrafais, e o individualismo excessivo que encobre as insuficiências do coletivo.
Escolhemos destacar oito craques com crédito e talento para brilhar na Guiné Equatorial, entre os quais Yaya Touré assume o papel de rei indiscutível do futebol africano, mas não podemos esquecer os “portugueses” Héldon, Aboubakar, Brahimi e Slimani, que serão determinantes para o sucesso das suas seleções. Porém, Pitroipa (Burkina Faso), Gyan (Gana), Feghouli (Argélia), Keita (Mali), Cissé e Mame Diouf (Senegal), Doumbia e Bony (Costa do Marfim) também poderão assumir-se como protagonistas.
Mas há mais candidatos à jogada celestial que poderá valer um dos papéis principais a um artista secundário. São os casos de Bertrand Traoré e Alain Traoré (Burkina Faso), Fodé Doré e Thievy (Congo), Evouna (Gabão), Msakni e Khazri (Tunísia), Mayuka (Zâmbia), Ryan Mendes (Cabo Verde), Cédric e Bolasie (RD Congo), Tokelo Rantie (África do Sul), Sambou Yatabaré (Mali), Soumah (Guiné) e N’Jie (Camarões).
8 craques a ter sob vigilância:
Aubameyang (Gabão)
Referência da seleção dirigida por Jorge Costa, o “homem-aranha” beneficiou da adoção do 4x3x3. Móvel de ataque, extremamente veloz, acelerador, agressivo e sagaz a desmarcar-se, o que o torna perfurante no contragolpe, exibe grande destreza na finalização com o pé direito e no jogo aéreo.
Chikhaoui (Tunísia)
Numa seleção com muito virtuosismo do meio-campo para a frente, o robusto médio-ofensivo destaca-se pela qualidade técnica, poder de drible, capacidade de explosão e qualidade no último passe. Astuto a desmarcar-se e a aparecer a finalizar, define, preferencialmente, com o pé direito.
André Ayew (Gana)
Protagonista de um trajeto pouco consistente, apesar do talento indiscutível, o versátil extremo, filho de Abedi Pelé, é talhado para fazer a diferença em provas curtas. Veloz, móvel, virtuoso no drible e desequilibrador, conjuga argumentos no passe com qualidade no remate: pé esquerdo ou jogo aéreo.
Sadio Mané (Senegal)
O extremo-esquerdo alia velocidade, mobilidade e aceleração a agilidade e qualidade no drible, ainda que tenda a exceder-se em ações individuais. Desequilibrador no um para um, ardiloso a desmarcar-se e a ganhar posição em zona de finalização, sobressai pelo remate fácil com os dois pés.
Yaya Touré (C. Marfim)
Maior estrela do futebol africano, é o líder e dinamizador do jogo ofensivo dos Elefantes, os maiores favoritos ao triunfo. Portentoso do ponto de vista físico, é venenoso a assumir ações de condução e de desequilíbrio. Exímio no passe e na leitura do jogo, possui um disparo violento de pé direito.
Gervinho (C. Marfim)
Velocidade, poder de aceleração, agressividade e agilidade são características que distinguem um extremo sempre muito incisivo na busca do espaço interior. Driblador e fortíssimo no um para um, revela, em algumas situações, individualismo excessivo, mas é sagaz no último passe e na finalização.
S. Aurier (C. Marfim)
Bom defensor no espaço interior e exterior, Aurier é um lateral que imprime enorme dinamismo ofensivo, à procura da largura e profundidade. Velocidade, agressividade, disponibilidade física, qualidade no drible e eficácia no passe e nos cruzamentos são atributos que o tornam no melhor lateral africano.
Choupo-Moting (Cam.)
Partilha com o portista Aboubakar o estatuto de principal figura da equipa. Robusto fisicamente, rápido, móvel e destemido no drible, pode atuar a partir dos flancos ou em cunha com um avançado mais fixo. Ardiloso a explorar diagonais, exibe facilidade de remate com o pé direito ou no jogo aéreo.
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