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Figueiredo tem 37 anos e passou 5 como capitão da seleção de Angola, inclusivamente com uma participação na última CAN, disputada no Gana. Para ele, a organização da prova pelo país onde nasceu só pode ser um grande sucesso, apesar dos incidentes já ocorridos: "É claro que temos de lamentar o que aconteceu, e o campeonato será inesquecível pelos piores motivos. Já nada pode apagar o que aconteceu, e todos vão recordar isto durante muitos anos, porque há mortes a lamentar. Mas agora há que pensar em dar a volta à situação o melhor possível, e pensar nas coisas positivas que possam acontecer".
Mesmo com o facto da competição ter começado mal, os angolanos têm feito uma grande festa, sendo certo que assim vão continuar, na sua opinião: "É um ambiente inacreditável nas ruas. Mas já é assim desde que se soube que era Angola a organizar a CAN. É um ambiente semelhante ao que se viveu em Portugal no Euro'2004, com as bandeiras nas janelas a apoiar a seleção. O entusiasmo é muito grande e vai contagiar quem estiver no país. E estou convencido que ao longo da prova vai ser ainda melhor. Acho que a esse nível será muito positivo, porque Angola quer mostrar que é capaz de organizar bem uma prova com a importância desta".
Em termos competitivos, Figueiredo espera todo o sucesso por parte da sua seleção: "Espero que Angola seja a maior surpresa, apesar de saber que há grandes equipas que são candidatas à vitória, como o Gana, a Costa do Marfim ou os Camarões. E não podemos esquecer o Egito, que é um sério candidato e ganhou as duas últimas edições". Angola tem do seu lado o apoio do público para conseguir grandes resultados, na opinião do antigo capitão: "Estive 5 anos na seleção e nunca perdemos em casa. Com o apoio do nosso público, os momentos menos bons eram sempre ultrapassados. Espero que seja assim também aqui. Gostava que Angola igualasse pelo menos a melhor classificação de sempre, que foi a participação nos quartos-de-final na prova em que estive, no Gana. Depois é a eliminar e tudo pode acontecer. Estou muito confiante que Angola vai protagonizar uma grande surpresa. Estive com os jogadores no estágio do Algarve, porque conheço quase todos, como é natural, e transmiti-lhes isso mesmo: que aposto muito neles e acredito que podem ter uma excelente participação".
O jogador espera ainda que seja uma grande prova no que diz respeito ao espetáculo: "Os africanos são menos rigorosos em termos táticos e por isso são capazes de realizar grandes espetáculos. Para quem gostar deste titpo de futebol vai valer muito a pena assistir aos jogos". Ainda por cima, há paises de expressão portuguesa envolvidos: "Temos Angola, que é o país organizador, mas também Moçambique, que tenciona chegar o mais longe possível. Depois, há ainda o Burkina Faso, do Paulo Duarte, que merece toda a atenção. Acho que vai valer muito a pena assistir".
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