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Nunca conseguiram corresponder às expectativas depositadas em craques como Eboué, Kolo Touré, Yaya Touré ou Kalou...
A eliminação da Costa do Marfim nos quartos-de-final da CAN’2013 frente à Nigéria poderá ter representado o fim do sonho de uma geração de talentosos jogadores conduzir os “elefantes” ao segundo título da história do país – o primeiro foi em 1992.
Muitas vezes apontada como uma potência emergente no futebol Mundial e candidata a ser a primeira seleção africana a atingir, finalmente, uma final de um Mundial, a Costa do Marfim nunca conseguiu corresponder às expectativas depositadas em craques como Eboué, Kolo Touré, Romaric, Yaya Touré, Zokora, ou Kalou.
No entanto, todas as esperanças marfinenses sempre estiveram depositadas em Didier Drogba, estrela da companhia que se começou a destacar no futebol europeu em 2003/04 ao serviço do Marselha, tornando-se um dos maiores goleador do Mundo aquando da passagem pelo Chelsea (2004-2012).
O atacante conseguiu ajudar a sua seleção a atingir duas finais da CAN (2006 e 2010), ambas perdidas por penáltis, e às duas únicas presenças da Costa do Marfim em Mundiais, algo que sabe a pouco para uma equipa que tanto prometeu.
Atualmente com 34 anos, esta poderá ter sido a última oportunidade para Drogba conquistar algo pela Costa do Marfim, uma vez que na próxima CAN (Marrocos’2015) já terá 36 anos. Também grande parte dos seus atuais companheiros, muitos deles acima dos 30 anos, já pertencerão ao clube dos veteranos.
No entanto, Drogba assinou recentemente pelos turcos do Galatasaray um contrato de uma época e meia, o que significa que irá jogar, pelo menos, até junho de 2014, altura em que irá acontecer o Mundial do Brasil.
Apesar da idade avançada de Drogba, ainda é cedo para saber se a super estrela africana irá estar presente no próximo Mundial ou mesmo na próxima CAN. Mas é bom lembrar o exemplo do camaronês Roger Milla, também ele goleador de excelência, que participou no Mundial’94, nos Estados Unidos, com 42 anos – um recorde até aos dias de hoje.
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