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Depois do nulo em 120 minutos.
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A anfitriã Marrocos apurou-se este domingo para a final da Taça das Nações Africanas de futebol de 2025 (CAN2025), frente ao Senegal, no domingo, ao superar a Nigéria, por 4-2, nas penáltis, depois do nulo em 120 minutos.
A equipa que mais fez por vencer acabou por ser mais competente na última forma de desempate, com o guarda-redes Bono a destacar-se ao defender os remates de Samuel Chukwueze e Bruno Onyemaechi, isto depois de Hamza Igamane ter sido o primeiro a falhar, para os locais.
Marrocos chegou pela terceira vez à final e vai lutar pelo seu segundo troféu, depois de ter vencido a competição em 1976, há precisamente meio século, enquanto o Senegal procura o segundo êxito, após o triunfo em 2021, na quarta presença no encontro decisivo.
Horas depois de o Senegal ter batido o Egito, por 1-0, o quarto classificado no Mundial2022, no Qatar, revelou enorme força de vontade que esbarrou em igual garra competitiva da Nigéria, num desafio ao qual apenas faltaram os golos.
A jogar perante o seu público, incansável no apoio, Marrocos assumiu desde logo a iniciativa, ameaçando aos nove minutos, em lance individual de Brahim Diaz, que remate cruzado que errou o alvo por pouco.
A Nigéria foi muito menos ofensiva do que no resto da competição, ainda assim Lookman respondeu aos 14, com remate de fora da área que obrigou a defesa apertada.
Os anfitriões eram mais audazes e rematadores, destacando-se um livre de Hakimi, aos 34, e um lance de Ismael Saibari, aos 40, ainda assim sem sucesso.
Após o reatamento, aos 52, Abde Ezzalzouli obrigou Stanley Nwabali a grande defesa, repetindo estes protagonistas novo duelo, aos 83, outra vez favorável ao guarda-redes.
No prolongamento, Marrocos forçou mais com a alma do que com a cabeça, ante uma Nigéria muito comprometida defensivamente e muito rigorosa, que tudo fez para levar o desempate.
Horas antes, um disparo de Sadio Mané, de fora da área, garantiu ao Senegal a presença na final, superando um Egito - recordista da CAN, com sete triunfos -- pouco ousado e que não criou perigo durante os 90 minutos.
Depois do nulo em 120 minutos.
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