Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Magia africana perdeu-se devido à influência europeia...
Aprimeira nota negativa desta CAN’2015 vai para a solução de desempate, prevista no regulamento, para determinar a seleção (Guiné-Conacri ou Mali) que seguiria para os “quartos”. Não faz sentido um sorteio quando o fator fair play, conceito tão apregoado pela FIFA, não é tido em linha de conta. Mas num primeiro balanço da competição após a fase de grupos, constatam-se os poucos golos marcados (45 em 24 jogos), fruto de partidas muito equilibradas, pouco criativas e, sobretudo, um défice enorme de eficácia. Notou-se que o rigor tático e o medo de perder amarraram quase todas as equipas, que jogaram preferencialmente no erro do adversário (registaram-se 13 empates), contribuindo para a pouca qualidade dos jogos.
Qual a razão para não vermos a magia dos jogadores africanos, a improvisação, a espontaneidade, a criatividade, enfim, o imenso talento a que nos habituaram? Uma das respostas pode ser a rigidez tática, o pragmatismo e o calculismo que os treinadores europeus incutem nos jogadores, muitos deles já formatados nesse sentido nos clubes europeus.
A África do Sul, maioritariamente constituída por jogadores que alinham em África, foi a agradável exceção, ao apresentar o melhor futebol desta 1.ª fase. O verdadeiro perfume africano esteve sempre presente nesta equipa ao longo dos três jogos. Podia e merecia ter ganho todos, mas não ganhou nenhum. Aliada à ingenuidade e falta de experiência houve pouca eficácia e sorte. Deixam saudades. E o falhanço de individualidades como Sadio Mané (Senegal), Pitroipa (Burkina Faso), Mayuka (Zâmbia), Gyan (Gana) ou Choupo-Moting (Camarões) também contribuíram para a grande desilusão das respetivas equipas na prova.
Uma palavra para duas seleções, as menos cotadas à partida, repescadas para esta edição: Guiné Equatorial e Congo. Conseguiram mesmo passar aos quartos-de-final! A primeira beneficiou de um erro de arbitragem contra o Gabão e a segunda da experiência do seu treinador, o francês Claude Le Roy.
Confirmadas penas de prisão de até um ano
Lateral do PSG e capitão marroquino comentou a polémica final da Taça das Nações Africana
Treinador diz ainda que a Federação do país tem mostrado muita cautela nos festejos da decisão da CAF
Treinador português antecipa ainda "muita pressão política" na decisão do TAS, em relação ao recurso interposto pelos senegaleses
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Polícia tem aconselhado os clubes a fazerem alterações por causa do duelo das águias com o Moreirense
Médio francês diz que o português "é muito especial"
Situação inusitada acontece já esta sexta-feira com a receção do Den Bosch ao ADO Den Haag, da 2.ª divisão