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Nada é impossível

Entre amanhã e 8 de fevereiro, 16 seleções entram em campo na Guiné Equatorial

Nada é impossível
Nada é impossível

A indefinição provocada pelo surto de ébola em África ficou para trás e a CAN’2015 arranca, como previsto, já amanhã. A Guiné Equatorial será a anfitriã da prova – inicialmente atribuída a Marrocos, que pretendia um adiamento por recear o alastrar da doença no país e acabou por ser afastado – e haverá muitos pontos de interesse para os adeptos portugueses. Além dos treinadores Rui Águas e Jorge Costa, que comandam as seleções de Cabo Verde e Gabão, respetivamente, são 14 os jogadores que alinham em clubes nacionais e estarão presentes nesta 30.ª edição da Taça das Nações Africanas, cuja final será disputada a 8 de fevereiro em Bata.

Incluído no Grupo A, o Gabão jogará praticamente em casa – tem fronteira com a Guiné Equatorial, do estorilista Balboa, da qual será adversária – e Jorge Costa acredita num bom desempenho. “Não somos, nem de perto nem de longe, favoritos a ganhar nada, mas estando presentes queremos ir o mais longe possível”, adiantou o técnico. Já Rui Águas tentará levar Cabo Verde, pelo menos, aos quartos-de-final nesta segunda presença do país na prova. “Procuraremos fazer o melhor possível e brilhar, passar a fase de grupos tem de ser sempre um objetivo”, referiu o português, que terá Zâmbia, RD Congo e Tunísia como rivais no Grupo B, e conta com um conjunto de jogadores bem conhecidos dos portugueses: o sportinguista Heldon é o nome mais sonante, mas a este juntam-se Babanco, Gegé, Sérgio Semedo, Kevin e Ivan Cruz – Kuca trocou o Estoril pelo Karabükspor já este mês.

Candidatos

Com outras ambições estará a Argélia. A equipa onde brilham o sportinguista Slimani e o portista Brahimi é uma das favoritas mas enfrenta um Grupo C complicado, face a Gana, Senegal e África do Sul. Outro portista, o goleador Aboubakar, é uma das figuras dos Camarões e também não tem uma missão fácil, face a Costa do Marfim, Mali e Guiné-Conacri, no Grupo D. E há ainda Edgar Salli, Randal Oto’o, Boubacar ou Oualembo como representantes do futebol português.

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