Paulo Duarte: «Evolução constante... só resta uma dúvida»

O olhar de quem lá esteve

• Foto: Luís Manuel Neves

A cada ano que passa, a CAN é cada vez mais competitiva e com o ritmo mais alto e aproximado daquilo que vemos na Europa. Já a última, em que quase fomos finalistas [3.º lugar], foi jogada a um ritmo alucinante. A minha curiosidade passa por ver até que ponto mudar a prova de janeiro para junho vai ser benéfico. Será, sem dúvida, para países que investem neste futebol como França e para equipas como Lille, Monaco ou Marselha, que perdiam cinco ou seis jogadores a meio da época. Mas não se pode ignorar a fadiga de dez meses de campeonato. A nível físico, o ritmo não pode ser o mesmo.

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