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O primeiro-ministro do Togo, Gilbert Huogbo, criticou esta segunda-feira a organização da Taça das Nações Africanas (CAN'2010) pela "ausência de cooperação e de informações" após o ataque ao autocarro da seleção do seu país.
"Esperamos poder ter uma discussão serena com o país anfitrião e com a Confederação Africana de Futebol (CAF) para fazer um balanço sobre o que aconteceu e sobre o que é preciso fazer", adiantou o chefe do governo togolês, em declarações à BBC, lamentando a "falta de cooperação" das autoridades de Luanda. Segundo Gilbert Huogbo, a vontade dos responsáveis angolanos era de que o que aconteceu fosse tratado como um "não-acontecimento" e que o espetáculo "prosseguisse como estava previsto".
O governante acrescentou ainda que os organizadores da prova não deram "quaisquer garantias sobre a segurança dos jogadores", o que o obrigou, "mesmo a contragosto, a manter a decisão de a selecção regressar ao Togo", depois de os jogadores terem exprimido a vontade de disputar a prova.
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