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"Não adianta pensar no segundo e no terceiro se não pensarmos seriamente no primeiro jogo..."
Rui Águas, selecionador de Cabo Verde, falou esta terça-feira sobre a preparação para a Taça das Nações Africanas (CAN'2015), que começa no dia 17 de janeiro na Guiné Equatorial. A seleção dos tubarões azuis está inserida no grupo B com Zâmbia, República Democrática do Congo e Tunísia e entra em competição a 18 de janeiro frente às águias de Cartago. O técnico acredita que o facto de já ter vencido Tunísia e Zâmbia não torna o grupo mais fácil.
"Também já perdemos com essas equipas. Não temos de nos orientar pelo passado. Temos de estar concentrados na Tunísia, que é o primeiro jogo e é importante. O objetivo que tenho vindo a falar é o primeiro jogo. Não adianta pensar no segundo e no terceiro se não pensarmos seriamente no primeiro jogo. São adversários que merecem a nossa atenção. Não vamos ter facilidades com nenhuma das seleções. Não temos ilusões. Somos uma equipa confiante, que está bem, mas humilde ao mesmo tempo, o que para mim é uma qualidade", referiu.
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O técnico lembra que Cabo Verde já não é surpresa para nenhuma equipa mas acredita que pode repetir o sucesso da seleção na CAN'2013, onde atingiu os quartos de final.
"Gostaríamos de fazer o que foi feito na última CAN. Mas é incerto. Portugal também esperava passar no Mundial e acabou por não fazê-lo. Temos um grupo equilibrado. Vamos ter de trabalhar o melhor possível e ser o mais rigorosos possível, porque valores também não faltam nas outras equipas. A última participação não condiciona e o fator surpresa já la vai. Cabo Verde já é olhado de outra forma. Por um lado é bom porque Cabo Verde é olhado de outra forma. Já existe uma experiência maior. Os jogadores crescem", acrescentou Rui Águas.
O técnico português acrescentou ainda que as erupções ocorridas na Ilha do Fogo servirão para os jogadores encontrarem mais motivação durante a competição. "O que se passou na Ilha do Fogo é mais uma motivação para nós. Queremos acrescentar algumas alegrias e agradecer também a um povo que vibra muito com a nossa seleção. Queremos que as pessoas continuem orgulhosas daquilo que fazemos."
Rui Águas finalizou a análise, abordando o facto de não ter convocado o habitual capitão dos tubarões azuis para o torneio, o médio Marcos Soares. "Falei com ele e expliquei-lhe as razões. O Marco magoou-se em fevereiro... Faz agora 10 meses e isso pesou nas escolhas. Expliquei-lhe isso, mas percebo que para o Marco e para os outros que participaram não seja fácil. Para nós também foi difícil. Eu sei que é importante e senti essa importância positiva junto do grupo na nossa preparação e contribuiu para a nossa qualificação. Para além do sucedido na Ilha do Fogo, gostaríamos de premiar o Marco com o nosso sucesso" finalizou.
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