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Egito levou a melhor sobre a Guiné-Bissau e Queiroz bem pode respirar de alívio
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As críticas choviam sobre o Egito após o desaire frente à Nigéria e teve que ser Salah a puxar dos galões e a resolver o encontro (1-0) com um remate de primeira aos 69’. Os guineenses, sem o selecionador Baciro Candé, infetado com Covid-19, além de outras cinco baixas devido ao vírus, continuaram na maré de azar: a oito minutos do fim do jogo, Mama Baldé, ex-Sporting, bateu o guardião egípcio com um grande disparo - um golo digno de concorrer a melhor do torneio -, mas foi anulado por falta ofensiva, rendendo muitos protestos dos djurtus. No rescaldo do triunfo, Carlos Queiroz deu ‘um murro na mesa’. "A equipa do Egito mostrou que está viva! Vamos mostrar que isto não é como começa, mas como acaba", atirou. Desta vez os deuses estiveram mesmo do lado dos Faraós, que com esta vitória já só necessitam de um empate diante do Sudão no último jogo para passar aos ‘oitavos’.
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