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O capitão Riyad Mahrez foi o primeiro a sair do avião
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A Argélia acolheu este sábado entusiasticamente a sua seleção nacional depois da conquista da segunda Taça das Nações Africanas (CAN) da sua história, após a vitória sobre o Senegal, por 1-0, na sexta-feira, no Cairo.
Os Fennecs, com as medalhas de campeão ao pescoço, chegaram ao início da tarde de hoje ao aeroporto de Argel, onde os esperava uma delegação chefiada pelo primeiro-ministro, Noureddine Bedoui.
O capitão Riyad Mahrez foi o primeiro a sair do avião, agitando o troféu, ao lado do selecionador, Djamel Belmadi.
Na placa, os bombeiros fizeram uma saudação com água, um arco de água feito com as mangueiras, como mostraram as imagens transmitidas em direto pela televisão nacional.
Toda a equipa percorreu depois um tapete vermelho até à sala VIP do aeroporto, e daí seguiu para um autocarro especialmente preparado para o desfile pelas ruas de Argel, onde uma multidão aguardou horas, debaixo de um sol escaldante.
Nas ruas de Argel sucederam-se as imagens típicas, de muitos milhares de argelinos, alguns "vestidos" com a bandeira nacional, acenando para os campeões e estes, do alto do autocarro de dois andares, acenando para a multidão.
A vitória dos Fennecs (um tipo de raposa que é animal nacional da Argélia), que há dois anos foram eliminados sem glória na primeira ronda da CAN2017 e que têm protagonizado uma instabilidade crónica à volta do treinador, foi surpreendente.
E, na sexta-feira, a Argélia bateu o Senegal, por 1-0 no Cairo, numa final que contou com a presença de quase 20 mil adeptos argelinos, incluindo o presidente interino, Abdelkader Bensalah.
Um golo de Baghdad Bounedjah, logo aos dois minutos, permitiu ao conjunto argelino festejar a segunda conquista da CAN, 29 anos depois da primeira vitória.
O Senegal continua sem conquistar o principal troféu de seleções a nível africano, perdendo a segunda final em que esteve, depois de ter sido derrotado em 2002 pelos Camarões.
O Egito, anfitrião desta edição, continua a ser o país com mais títulos, com sete troféus conquistados, mais dois do que os Camarões e três do que o Gana.
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