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Nigeriano perto de tornar-se o segundo a vencer a prova como jogador e treinador...
Não faltam incentivos à Nigéria para conquistar o seu terceiro título na Taça das Nações Africanas. Primeiro, foi a associação de prostitutas nigerianas a oferecer uma semana de sexo à borla aos jogadores interessados; depois surgiu o milionário Aliko Dangote disponível a pagar 130 milhões de nairas (cerca de 600 mil euros) à equipa. Mas Stephen Keshi também tem um motivo forte para ganhar hoje ao Burkina Faso: o selecionador nigeriano pode tornar-se no segundo homem a vencer a CAN como jogador e treinador.
Até agora, só El Gohary conseguiu tal proeza. O egípcio ergueu o troféu em 1959 como jogador e, depois, em 1998 como selecionador dos faraós. Keshi procura o seu lugar na história, após ter sido o capitão na equipa que ganhou em 1994, depois de bater a Zâmbia (2-1). Naquela altura, para além de Keshi, as super águias contavam com Sunday Oliseh, Jay-Jay Okocha, Kanu e ainda Amunike e Peter Rufai, que representaram o Sporting e o V. Setúbal.
Keshi disputou três finais como jogador e sabe que não terá uma tarefa fácil diante de um surpreendente Burkina Faso, que empatou com as super águias logo no primeiro jogo do Grupo C. “Tenho confiança nos meus jogadores. O céu é o limite para eles”, declarou o selecionador de 51 anos, que antes de rumar à África do Sul sofreu forte contestação por deixar de fora craques como Martins e Odemwingie. “Sei que algumas pessoas não entenderam. Queríamos criar uma equipa de trabalho forte e aí está uma grande quantidade de talentos e potencial”, explicou Keshi, que leva a Nigéria à 7.ª final da prova, embora a última remonte a 2000, quando perdeu com os Camarões, a quarta derrota no jogo decisivo: “Os nigerianos esperaram muito por este momento.”
Então o que dizer dos burquinenses, que nunca tinham jogado uma final? A melhor classificação dos garanhões foi, até agora, um 4.º lugar em 1998, ano em que organizaram a prova. Hoje, o belga Paul Put pode “transformar” a equipa em ouro, mas já tem um lugar na história da seleção do Burkina Faso.
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