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No duelo anglófono entre o Gana e a Nigéria, a juventude venceu a experiência. O talento foi superior à força. A organização tática venceu a improvisação. Por isso é com satisfação que vejo esta equipa ganesa chegar, com justiça, à final. O jogo foi uma repetição de um filme visto recentemente. No mesmo palco de Luanda o cenário repetiu-se: passe (canto) de Asamoah e golo de Gyan. Em vantagem, o Gana manteve a sua organização defensiva bem equilibrada mas não evitou duas grandes ocasiões de golo dos nigerianos. Felizmente que na baliza estava Kingson que voltou a brilhar. Foi decisivo. Tal como contra Angola os melhores atores ganeses voltaram a ser os mesmos.
No Egito-Argélia, as duas seleções inimigas do Norte de África iniciaram o jogo com determinação e apesar de uma boa qualidade técnica nos minutos iniciais, os jogadores não disfarçaram o nervosismo e a tensão. A juventude argelina parecia com mais dificuldade em controlar-se. O que aconteceu à meia hora, com a expulsão de Halliche e o golo egípcio. A partir daí acabou-se a emoção. Controlo do Egito sem arriscar através de uma consistente posse de bola que conduziu a mais um golo e à expulsão de mais um argelino. Estes de cabeça perdida ainda sofreram mais um tento e viram o seu descontrolado guarda-redes ser expulso. Péssima imagem que deram os argelinos.
De olho em...: Gyan (Gana)
Depois do golo decisivo que afastou Angola, mais um que coloca o Gana na final. Aos 24 anos, este jogador transferido da Udinese para o Rennes por 8 milhões de euros, assume-se como o veterano da equipa e fez esquecer o patrão Essien. Depois dos problemas graves após a última CAN, com ameaças à família que o levaram a ponderar deixar a seleção, tornou-se imprescindível e é o melhor marcador da equipa.
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