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Clima tenso na seleção; jogadores em ‘blackout’ contra a realização da Copa América no país
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Já lhe chamam a ‘Cova’ América. Em plena crise sanitária devido à pandemia da Covid-19, Jair Bolsonaro abriu os braços à organização da principal competição de seleções da Conmebol, após as desistências de Argentina e Colômbia, mas a decisão do presidente do Brasil está longe de ser pacífica. Desde logo, no seio da seleção. Em véspera do jogo com o Equador (na última madrugada), o capitão Casemiro faltou à conferência de antevisão do jogo de qualificação para o Mundial, em protesto com a posição governamental. Uns falam em ‘blackout’, outros em ‘lei da rolha’ imposta pela Confederação.
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