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A MOLDÁVIA joga melhor à bola do que, se calhar, muitos pensavam. Boa organização defensiva, saídas para o contra-ataque com objectividade, um grande guarda-redes, dois bons defesas e um atacante de bom nível. Foi, portanto, um adversário pouco fácil, em especial nesta altura da época.
Romanenco, o guarda-redes, parou três bolas de golo e o avançado Clescenco esteve perto de fazer dois. Mas Ricardo negou-lhe um e Jorge Costa pontapeou-lhe o pé quando, isolado na área, se aprestava para finalizar. Catinsus, defesa-central, revelou boa concentração e o médio Curteian, com um pé esquerdo acima da média, lesionou-se muito cedo.
Destaque, igualmente, para Covalenco, que entrou para marcar Nuno Gomes. Apesar de ter feito sobre ele uma falta na grande área, que deu o primeiro “penalty”, exibiu-se a bom nível.
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