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SÉRGIO LEITE - Manter viva a esperança
O guarda-redes português adiou até aos limites a derrota da equipa. Muito seguro e autoritrário a sair dos postes, Sérgio Leite impediu várias vezes os espanhóis de chegarem ao golo, mantendo viva a esperança do apuramento. Aos 77'', assinou magnífica defesa, a um livre directo cobrado por Yeste. Logo a seguir (79''), opôs-se a um remate de Vicente. No lance do segundo golo dos locais, ainda susteve o pontapé de Xavi. Só não impediu a recarga de Xisco.
Portugal perdeu a primeira eliminatória do "playoff", num jogo em que sentiu problemas face à "fúria espanhola". Apesar da resposta ao primeiro tento ter surgido depressa, a equipa lusa actuou muito recuada, não conseguindo libertar-se do colete-de-forças. Sérgio Leite evitou danos maiores, deixando tudo em aberto.
PAULO FERREIRA – Desperdiçou um golo (13'), no primeiro remate do jogo, e sentiu muitas dificuldades face a Vicente.
TONEL – Na primeira parte, demorou a soltar a bola, originando algumas situações complicadas para Portugal. Não está isento de responsabilidades no segundo tento da Espanha.
CANEIRA – Muito autoritário, reparte, contudo, responsabilidades no tento da derrota. No primeiro, era ele que estava a fazer a linha de fora-de-jogo – e pareceu que bem. Valeu o critério do árbitro.
JORGE RIBEIRO – Começou o jogo nervoso, cometendo alguns deslizes. Voltou a passar por embaraços na segunda parte, sobretudo após a entrada de Gallardo.
EDNILSON – Brilhante o trabalho no lance do tento luso, foi o primeiro a ser substituído.
TIAGO – Jogou muito recuado e teve de sair amiúde em defesa de Paulo Ferreira. Trabalhou bastante no meio-campo e foi dos mais regulares.
HUGO LEAL – Na segunda parte, subiu mais no terreno e do seus pés saíram bons passes, com destaque para o golo que ofereceu a Simão, aos 47'. Antes, evidenciou dificuldades em fazer a ligação com o ataque e foi várias vezes batido pela velocidade dos adversários.
MIGUEL – Lutador, foi incapaz de ultrapassar o defesa-esquerdo espanhol. Após intervalo, apesar da combatividade, não foi feliz no entendimento com os companheiros.
SIMÃO – Acaba por estar ligado à história do jogo. Faltou-lhe o instinto matador para resolver a partida a favor de Portugal. Mesmo a terminar a primeira parte, vendo o adiantamento do guarda-redes contrário, tentou o balão. Aos 48', isolado, apenas com Aramzubia pela frente, permitiu a defesa do guardião.
HÉLDER POSTIGA – Vigiado e desamparado, não desperdiçou a única oportunidade que teve para marcar. E esteve perfeito: rápido a desmarcar-se, teve calma e serenidade para, à saída do guarda-redes, atirar a contar.
BONSIGWA – Dificuldades para acompanhar o ritmo, muito rápido, do jogo.
ALHANDRA – Nada acrescentou.
PAULO COSTA – Tentou surpreender com um remate à meia volta.
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