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Asfixiantes a defender, os italianos deixaram sério aviso. Portugal foi lento, previsível, pouco organizado
e quase inofensivo
O tempo é, ainda, de corrigir lapsos, não há pontos em jogo, nem qualificação em causa. No entanto, convém guardar as imagens do jogo de ontem para que não se repita o insucesso.
Face a opositor de qualidade, que estará num grupo diferente na fase final, Portugal acumulou erros a defender, foi manietado pela "squadra azzurra" quando pretendeu organizar-se e, no ataque, vagueou muitas vezes sem direcção.
É certo que houve ausências significativas, quebrando-se rotinas de jogo, mas ainda assim a equipa vale muito mais do que mostrou ontem. Não é caso para depressão, como o 4-1 no Bonfim à Suécia não justifica euforia, embora seja necessário agir para que a selecção se apresente de acordo com o talento que possui.
Triste entrada
Começar a perder com um golo aos 29 segundos (!), na jogada inicial do desafio, trouxe intranquilidade. A nova dupla de centrais demorou a acertar posições, meio-campo e ataque, apesar das trocas de posição de Quaresma e Lourenço, estavam sob controlo.
Equipa adulta, lúcida, com jogadores de qualidade, a viver bom momento, a Itália dominava sem problemas, exercendo supremacia com base no colete-de-forças que aplicou a Portugal: defendia compacta, em 4x5x1, desdobrando-se depressa para atacar em 4x3x3.
A estratégia habitual dos portugueses esbarrava na serenidade italiana que, além dos dois golos antes do intervalo, ainda viram Gilardino atirar à barra (dianteiro do Parma cujos golos na Série A lhe rendem evidência). Hugo Viana, coordenador do jogo português, esteve sempre demasiado marcado, como sucedeu aos companheiros (e a forma inábil como Robson tem lidado com o médio criativo só serve para lhe retirar confiança), melhorando um pouco após a pausa.
Com as substituições, os lusos aproximaram-se da baliza adversária, consentiram novo golo após falha defensiva e reduziram, num episódio fugaz na pequena área italiana. Apesar do esforço constante, a imaginação esteve sempre por baixo, a velocidade não ultrapassou limites reduzidos, os desequilíbrios escassearam tanto como as ideias.
Confusa, a Selecção só deixava ligeiros sinais de vida (com Custódio ganhou margem de manobra, atenuando o número de passes errados) e poucas vezes incomodou a defesa adversária, permanecendo Hugo Almeida como um náufrago no meio do oceano.
Arbitragem espanhola em níveis regulares.
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