A crónica do Ucrânia-Portugal (2-1): falhar dos pés à cabeça
A relação entre quantidade e qualidade, tanto no ataque como na defesa, ajuda a explicar a derrota. Portugal voltou a sofrer de bola parada
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Pyatov, a barra, a falta de pontaria, azar e até situações caricatas, como um remate de Bernardo Silva que ia na direção da baliza e que embateu na coxa de João Félix. Estas são algumas das explicações para o facto de Portugal ter feito 23 remates e apenas um ter dado golo – e através de penálti. A quantidade sobressaiu em relação à qualidade. Do outro lado, a estatística da Ucrânia ajuda-nos a perceber como a equipa da casa aproveitou melhor, mesmo tendo criado muito menos: 5 disparos. Aqui, a qualidade sobressaiu perante a quantidade.