Caso Junior Moraes: Ucrânia garante que cumpriu os regulamentos

"De acordo com a legislação ucraniana, ele residiu cinco anos no país", diz secretário-geral da federação

A polémica instalou-se e as reações têm surgido em catadupa. A Ucrânia poderá ter utilizado irregularmente Júnior Moraes frente a Portugal, no encontro que terminou empatado a zero no Estádio da Luz. O avançado nascido no Brasil mas naturalizado ucraniano, poderá não ter cumprido todos critérios da FIFA para jogar como naturalizado, havendo dúvidas se terá cumprido a imposição de ter cinco anos ininterruptos de vida no país, depois de ter cumprido 18 anos, uma situação que a federação ucraniana nega.  

Em declarações à imprensa russa, Yuri Zapisotsky, secretário-geral do organismo, diz que foram cumpridos todos os regulamentos no processo de naturalização de Júnior Moraes. "Temos a convicção de que foram cumpridos os procedimentos e prazos para que o Junior Moraes recebesse a cidadania ucraniana de forma legal. De acordo com a legislação ucraniana, ele residiu cinco anos no país", disse.

Zapisotsky afirma que a lei ucraniana exige que, para efeitos de cidadania, a pessoa apenas precisa de estar 180 dias por ano no país. 

Na segunda-feira, a Ucrânia venceu (2-1) o Luxemburgo, na 2ª jornada na qualificação para o Campeonato da Europa 2020, e é líder isolada do Grupo B. Os luxemburgueses também levantam esta questão e a Federação daquele país anunciou que questionará a UEFA ainda esta tarde sobre o tema.

A jogar em casa, o Luxemburgo entrou melhor na partida, com um golo de David Turpel, aos 34’. A vantagem não durou muito tempo e, seis minutos depois, Viktor Tsygankov estabeleceu de novo o empate que permaneceu durante quase toda a partida, até que, aos 90’+3, Gerson Rodrigues (natural de Lisboa) fez o autogolo que sentenciou por completo a possibilidade do Luxemburgo pontuar e ‘ofereceu’ os três pontos à congénere de leste.

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