Gonçalo Guedes e a covid-19: «Não tive dúvidas, a única coisa que fiz foi trabalhar»
Avançado diz-se "preparado para ajudar" a Seleção Nacional
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Gonçalo Guedes diz estar em "perfeita forma" para poder ajudar a Seleção Nacional e garante que Fernando Santos terá boas dores de cabeça para escolher quem colocar na frente de ataque, tamanha é a qualidade que tem entre os convocados. Recuperado da covid-19, o jogador do Valencia sublinhou que nunca "teve dúvidas" de que estaria apto a tempo de se juntar à equipa. É a sua melhor versão ou vai precisar de ganhar ritmo?
É a sua melhor versão ou vai precisar de ganhar ritmo?
Época no Valencia não foi positiva. Em termos emocionais, pesa a época complicada "Não pesa nada. Todos sabemos que foi complicado, mas estou focado na Seleção. É passado e agora estou focado"
Efeitos da Covid-19 em atletas de alto rendimento. Que dúvidas teve quando estava em casa? "Não tive dúvidas. Não tive sintomas e a única coisa que fiz foi treinar duas vezes, senti-me como se estivesse normal. Fiz exercício para chegar nas melhores condições. Foi indiferente, embora sabendo que não é bom para ninguém"
Candidatos: "Há seleções que são sempre candidatas. Há seleções fortes mas temos de preparar os jogos da mesma maneira".
Lote de avançados da Seleção Nacional. Não é fácil jogar com a concorrência? "Não é fácil. O mister decide e só tenho de estar preparado para qualquer decisão. Joker? Não sei. Estou preparado para ajudar, sejam dois ou 30 minutos. É isso que vou fazer para ajudar a equipa"
Teste negativo: "Nunca tinha ficado tão feliz com um teste negativo! Fiquei muito contente porque ficar em casa mais uns dias não seria nada bom".
Este é o pior grupo? "Não digo que seja o pior. É um grupo dificil, é sorteio. Temos de aceitá-lo sabendo as dificuldades. Já analisámos a Hungria, sabemos os pontos fracos e fortes e queremos explorar os fracos"
O que esperar no primeiro jogo? "Sabemos que a Hungria é difícil, que não dá um lance por perdido e que tem força nas bolas aéreas".
Chamada para o Euro'2020: "Todos os que foram chamados têm o voto de confiança do selecionador. Estar nos 26 é muito bom e sinal que o trabalho que fizemos valeu a pena. É uma prova onde todos querem estar desde pequenos"