Diogo Jota: «Seja à esquerda, ao meio ou na direita... gosto é de jogar»

Avançado foi confrontado com a sua polivalência na frente de ataque na véspera do jogo com a Rep. Checa

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• Foto: Luís Manuel Neves

Diogo Jota fez esta quarta-feira a antevisão do jogo de amanhã de Portugal, com a República Checa agendado paras 19h45, em Alvalade. A partida diz respeito à terceira ronda do Grupo A2 da Liga das Nações.

No Liverpool a titularidade não tem sido garantida e na Seleção também se fala muito na rotatividade. Isto é algo que aceita de forma natural?

"Sim, acho que quando chegamos aqui o patamar é tão elevado que qualquer um pode ser titular. Sabemos que podemos ser ou não, mas todos darão o seu melhor Portugal estar bem representado, que é o que importa para podermos vencer os jogos."

Com quem acha que as suas caraterísticas encaixam melhor na Seleção?

"Se eu jogar, o que jogar comigo será o mais indicado, não tenho dúvidas. Não há preferências, todos temos a qualidade e a destreza para ajudar a Seleção, não adianta escolher caras. Obviamente que todos gostamos de estar lá dentro, mas quando lá estou sei que quem está ao meu lado tem qualidade suficiente para ajudar o nosso país a vencer".

Darwin era boa contratação para o Liverpool?

"Não sei, estou focado na Seleção. Não faço ideia. Tive oportunidade de jogar contra ele, é um bom jogador, mas não posso dizer nada mais neste momento".

Depois de uma época desgastante, como se arranja frescura física?

"É verdade que foi desgastante a vários níveis, mas estarmos a representar a Seleção com a vontade de chegar à fase final coloca isso tudo de parte. Quando chegamos a um grupo em que gostamos muito uns dos outros é muito agradável e estamos sempre aqui com um sorriso na cara. No que toca a representar a Seleção dentro de campo, não há cansaço que nos afete, estamos sempre aqui para ajudar".

Matheus Nunes ontem falou duma Rep. Checa que joga num bloco mais baixo. O que espera do jogo?

"Acho que será um jogo diferente do que foi o jogo com a Suíça, que dava mais valor à posse de bola. Acho que a Rep. Checa não faz tanto isso, joga com mais defesas. Irá haver menos espaço, será certamente mais complicado a esse nível, irá exigir mais paciência. Eles têm qualidade para fazer isso e temos de esperar dificuldades, e é isso mesmo que esperamos".

Sendo o Diogo tão polivalente na frente, onde se sente mais confortável?

"Depende muito dos jogos e da ideia para cada jogo. Gosto é de jogar, seja à esquerda, ao meio ou na direita. Sempre que estou em campo dou o meu melhor, obviamente com caraterísticas diferentes, mas acho que cabe ao mister fazer essas escolhas. Quando for lá para dentro, é dar o meu melhor independentemente da posição".

Ficou surpreendido com o resultado da Rep. Checa frente à Espanha?

"Não, não. Já têm vindo a apresentar esses resultados há algum tempo, chegaram aos 'quartos' do Europeu e nós não conseguimos. Só por aí dá para perceber a qualidade deles. Na qualificação para o Mundial só perderam nas 'meias'. Mostraram até agora que têm qualidade para estarem aqui".

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