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A Nova Zelândia apostou na surpresa e, logo no primeiro minuto, Domingos Duarte viu amarelo por travar um lance perigoso. A abordagem tática de Darren Bazeley foi bem distinta em relação aos três encontros da fase de grupos: cinco defesas e um duplo pivô, colocando quase em permanência oito homens atrás da linha da bola.
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Apesar do domínio territorial, só aos 22 minutos, num remate cruzado de Rony Lopes, Portugal criou uma verdadeira situação de apuro. Logo a seguir, e a papel químico, Raphael Guzzo apontou o primeiro golo, que regra geral é a chave para resolver as coisas frente a equipas de menor qualidade global.
Contudo, a equipa da casa ganhou imensas segundas bolas graças à superioridade na zona intermédia. O empolgamento neozelandês aumentou após a obtenção do empate, e só viria a estancar com o reforço do miolo português: Estrela foi acompanhar Tomás Podstawski à frente do quarteto defensivo, dando solidez ao meio-campo.
E a questão foi resolvida nos detalhes: um lance individual de Gelson Martins, um remate de trivela, um golo providencial perto do final veio desatar um nó que estava apertado.
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