Com "esperanças" constrói-se o onze alemão

O dia 29 de junho de 2009 ainda está fresco na memória de Neuer, Khedira, Aogo, Boateng e Özil. Os cinco sagraram-se campeões europeus de Sub-21, na Suécia, goleando (4-0)... a Inglaterra de Stuart Pearce, agora adjunto de Fabio Capello. Quase um ano depois, a maioria é aposta regular de Joachim Löw na África do Sul e prepara-se para reencontrar um velho rival no duelo que decide a passagem aos "quartos" do Mundial, embora do adversário na Suécia apenas sobre o médio James Milner, que hoje deve ser titular.

Esta Mannschaft assenta, aliás, em dois pilares fundamentais: na juventude - é a seleção germânica mais jovem dos últimos 76 anos - e na base do Bayern Munique, campeão alemão, vencedor da Taça e finalista vencido da Champions, com 7 jogadores no lote de 23.

Sem medo

Para Lukas Podolski a juventude pode ser uma vantagem. "França e Itália mostraram que nem sempre a idade e a experiência conduzem ao sucesso." Apesar de os números (desde 1966 que a Inglaterra não ganha à Alemanha em fases finais) e as exibições atribuírem algum favoritismo aos germânicos, o avançado, de 25 anos, alerta: "Não podemos cometer o erro de subestimar os ingleses só porque tiveram dificuldades na fase de grupos. Precisamos de ter respeito, mas medo não. O nosso objetivo tem de ser a passagem à próxima fase."

Nem Cacau

O avançado alemão Cacau vai falhar o jogo dos oitavos devido a uma lesão muscular, contraída no treino de sexta-feira, enquanto o médio Schweinsteiger e o lateral Boateng encontram-se em dúvida. Segundo Andreas Kopke, membro da equipa técnica, apenas hoje será tomada uma decisão.

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