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Em 2004, no Europeu organizado em Portugal, a Grécia surpreendeu tudo e todos ao conquistar um título inédito, numa autêntica tragédia ao estilo helénico, em plena Luz. Cerca de 10 anos depois, os protagonistas podem não ser tão parecidos a níveis de qualidade mas para Georgios Samaras, autor do golo que deu o triunfo ante a Costa do Marfim, por 2-1, têm coisas muito parecidas.
“Não temos superestrelas, heróis ou apenas um capitão. Temos união e sabemos utilizá-la quer na alegria quer na tristeza”, começou por assinalar o avançado que representa os escoceses do Celtic, acrescentando: “Vamos continuar a jogar como uma autêntica equipa. Como em 2004!”
Mesmo tendo apontado a grande penalidade que permitiu à formação comandada por Fernando Santos passar aos oitavos-de-final do Mundial, Samaras rejeitou o protagonismo. O golo é para todos, até por “todos” é a palavra a reter.
“Para mim, não é importante o facto de ter marcado o golo da vitória. Tem, sim, de ser importante para a equipa e para o país. Estou orgulhoso! Penso que demos uma excelente resposta em campo”, atirou.
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