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A Colômbia conseguiu o apuramento inédito e naturalmente histórico para os quartos-de-final. Agora, terá pela frente o Brasil. Scolari pode ter medo, muito medo, porque os “cafeteros” têm futebol que chega para os mais pintados candidatos.
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O Mundo está mesmo contra o Uruguai, e isso ficou bem evidente no Maracanã, onde a aliança amarela (Colômbia e Brasil) tornou ainda mais pequeno o país da Celeste. Sem Suárez, o Uruguai protegeu-se de uma Colômbia mais fresca, motivada e inspirada pelos seus artistas, sobretudo Cuadrado e James. A Celeste defendeu com cinco homens, sendo Cáceres o terceiro central. O 5x3x2 não deixava margem para dúvidas sobre as intenções de Tábarez: defender bem e sair no contra com o passe longo para Cavani.
Com Cuadrado a fazer miséria na direita e sempre bem ajudado pelo lateral Zuñiga, a Colômbia impôs-se mas só em remates de longe conseguiu criar perigo. O jogo estava neste pé quando James fez um dos golos que seguramente estará no pódio dos melhores do Mundial. Recebeu à entrada da meia lua um passe de Aguilar, fez receção orientada com o peito e desferiu um extraordinário pontapé com o pé esquerdo, levando a bola a entrar como um míssil na baliza de Muslera. Fenomenal!
Como se sabe, o Uruguai é mais perigoso quando o dão como morto. A reação da Celeste foi extraordinária e até ao intervalo criou situações que lhe poderiam ter dado o empate. De repente, a equipa que tinha abdicado de ter bola por não saber o que fazer com ela, desatou a trocá-la com a sabedoria dos mestres. Cavani, Cebola e González estiveram perto do golo, mas acima de tudo o jogo ficou próximo do… céu.
A ilusão morreu cedo
A Colômbia voltou a entrar forte e ao fim de duas ameaças chegou ao golo. Agora, em vez da explosão individual, saiu uma obra de arte coletiva. O lance começou na direita, passou para a esquerda, de onde saiu o centro de Armero ao segundo poste. Aí, Cuadrado assistiu James que só teve de encostar. O Uruguai desfez a teia defensiva e lançou-se para um 4x1x3x2 agora com Stuani ao lado de Cavani e Cáceres a lateral-esquerdo. O jogo ganhou outra dimensão, com o Uruguai a reforçar o ataque com Chicharito, lançando-se em 4x3x3. Maxi ainda teve chance de reduzir mas a noite era amarela. E o fantasma foi embora.
Árbitro: Bjorn Kuipers (nota 3)
Boa atuação do árbitro holandês, que conseguiu controlar o jogo sem ter de recorrer sistematicamente à sanção disciplinar. Num choque desta natureza, Kuipers interpretou bem os sinais que os duelos lhe deram. Dúvidas num lance de bloqueio de Yepes a Forlán na área que poderia ter valido um penálti a favor do Uruguai.
Momento
Não poderia ser outro. O extraordinário remate de James que fez o 1-0 entra diretamente para a lista dos melhores golos, não apenas deste mas de todos os Mundiais. A forma como ele fez a receção e preparou o disparo com o pé esquerdo só está ao alcance dos fora de série. Um golo do outro mundo.
Número
5 São os golos que James já marcou neste Mundial, subindo, assim, ao primeiro lugar dos marcadores. O que o ex-portista tem jogado neste campeonato, a juntar aos golos que marcou até agora, faz dele uma das figuras maiores do Brasil’14. Até dói imaginar o que seria com Falcão...
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