Um sinal bem amarelo no relvado de Manaus

Preocupação sem alarme nas primeiras seleções a jogar na selva...

Um sinal bem amarelo no relvado de Manaus
Um sinal bem amarelo no relvado de Manaus • Foto: EPA

Já aquece, e de que maneira, o escaldante Inglaterra-Itália de amanhã, em Manaus, na região mais incomum de todo o Mundial e que esteve nos últimos dias no centro das atenções das duas seleções. Depois de uma primeira abordagem sem grandes críticas e perante o inevitável clima, de extrema humidade e elevada temperatura, os ingleses “carregaram” no acelerador e mostraram, pelo menos, grande preocupação pelo estado do relvado do Arena Amazónia.

A meio da tarde de ontem surgiu a habitual especulação de que a Inglaterra iria jogar sob protesto, o que levou Demetrio Albertini, aquele que foi um grande médio e é agora vice-presidente da Federação italiana, a intervir.

“Também vimos essas imagens do relvado e isso não nos preocupa. Vai ser igual para as duas equipas”, registou Albertini, como se fosse agora um avançado a querer marcar já um golo. Enquanto isso, Cesare Prandelli – que ontem perdeu De Sciglio para a estreia, devido a uma contratura do bicípete femural esquerdo – submetia os seus jogadores a treino em cima da hora do almoço, de modo a que a temperatura fosse idêntica à de amanhã em Manaus.

O selecionador italiano não deu pistas sobre o onze que vai fazer alinhar frente aos ingleses, num grupo que se diz ser da “morte”, com o Uruguai a fazer fila na candidatura e a Costa Rica a procurar, pelo menos, não ser o bombo desta festa.

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