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A seleção do Peru pisou ontem o país onde vai disputar um Mundial 36 anos depois. É certo que não foi uma larga multidão a que esperou a Blanquiroja no aeroporto em Moscovo, mas fizeram-se bem sentir e as suas vozes foram bem audíveis no incentivo à seleção peruana. No fundo, o significado nacional da presença no Mundial depois de tanto tempo faz a emoção transparecer no rosto, quer de adeptos quer de jogadores.
No Twitter, foi publicada uma foto, ainda no aeroporto da capital russa, em que era visível a união, quer de comitiva quer de adeptos ‘corajosos’ que foram demonstrar o seu apoio na primeira pessoa. "A nossa primeira foto na Rússia", pôde ler-se.
A equipa orientada por Ricardo Gareca chega motivada depois dos três particulares de preparação para o Mundial em que não sofreu qualquer golo, graças às vitórias sobre a Escócia (2-0) e a Arábia Saudita (3-0) tendo ainda somado o empate de anteontem com a Suécia (0-0).
A estreia no Mundial é já no sábado com a Dinamarca, partida a disputar na Arena Mordovia, em Saransk. Paolo Guerrero é o líder da equipa e agora respira de alívio depois da FIFA lhe ter reduzido o castigo por doping, o que possibilitou a sua seleção para a competição, que deve ser a sua última grande prova internacional.
Aldo Corzo gera preocupação
O lateral Aldo Corzo foi motivo de alarme, depois de ter sentido dores na parte posterior da coxa esquerda no treino que a seleção Blanquiroja realizou em Gotemburgo, antes de viajar para Moscovo. O defesa, de 29 anos, foi sujeito a uma primeira análise médica que parece indicar uma ligeira sobrecarga muscular, mas tudo aponta para uma situação menos grave. "Sim, tudo bem, não há feridos", foi a resposta bem-humorada de Corzo aos jornalistas à partida para a Rússia, ainda em solo sueco.
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