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Treinador do Al-Hilal dá favoritismo à França, mas elogia seleção croata
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Atento ao futebol internacional, Jorge Jesus vai naturalmente prestar bastante atenção àquilo que se desenrolar na final do Mundial 2018, que esta tarde colocará frente a frente a França e a Croácia. O técnico do Al-Hilal até deu a tarde livre aos seus futebolistas para aprenderem com os melhores e fez também a sua previsão daquilo que pode suceder.
"Dei a tarde livre aos jogadores para verem o jogo, porque a ver também se aprende. Não marquei treino. O que penso em relação a esta final... A França foi a equipa mais capaz. Forte a defender e criativa nos momentos de ataque, com jogadores com muita criatividade. A Croácia é surpresa, mas para mim nem tanto. É como Portugal! Com grandes jogadores, que nunca faziam uma boa seleção. Merecem estar na final. Entre os dois, numa final qualquer um pode ganhar, mas a França é mais sólida e melhor equipa", começou por elogiar.
O treinador do Al-Hilal falou ainda da ausência das grandes figuras nesta fase decisiva e explicou o porquê. "Não houve nenhuma novidade. As seleções daqueles três melhores jogadores, Ronaldo, Messi e Neymar, nenhuma chegou às meias-finais... Por que é que estas três seleções têm os melhores e nenhuma chegou às 'meias'? Isto é sinal de que hoje em dia quem defende bem coletivamente tem mais possibilidades de vencer. É verdade que ter jogadores como eles pode fazer a diferença. Mas o Mundial não é um campeonato, é um torneio, com poucos jogos e onde faz a diferença quem defende melhor. Não que as seleções deles tenham defendido mal, mas as outras é que foram mais fortes defensivamente. A equipa que maior satisfação nesse aspeto foi a França", admitiu o técnico, que depois abordou as recentes declarações de Lothar Matthäus: "Não estou de acordo, especialmente porque Inglaterra não é exemplo para nada como seleção. A França sim!"
A finalizar, Jesus destacou a forma como a Bélgica se apresentou, com "algo de diferente" e desafiou as restantes seleções a tomarem a mesma iniciativa. "Todas as outras não apresentaram nada de novo. Foi um Mundial com pouca criatividade dos treinadores", concluiu.
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