O duelo entre Argentina e Brasil, disputado na passada terça-feira, terminou empatado (0-0) e ficou marcado por um polémico lance em que Otamendi acerta com o cotovelo no rosto de Raphinha, sem ser punido com cartão vermelho, ou mesmo amarelo, já que não foi assinalada falta. Agora, a Comissão de Árbitros da CONMEBOL decidiu suspender por tempo indeterminado o juiz uruguaio Andrés Cunha e o seu compatriota Esteban Ostojich, que estava ao comando do VAR.
A organização do futebol sul-americano considerou que houve um "erro grave" no lance que envolveu o central do Benfica. Em nota publicada esta quarta-feira, a entidade referiu que existiu uma "conduta violenta" de Otamendi, que colocou "em risco a integridade física" do adversário. Depois do jogo, o defesa de 33 anos comentou com ironia, numa publicação sobre o polémico momento, ao dizer que "foi na bola".
Mais um árbitro suspenso... por não ter mostrado vermelho a Neymar e Cuadrado
A entidade também anunciou a suspensão por tempo indeterminado do chileno Roberto Tobar, que apitou o Brasil-Colômbia (1-0), a 12 de novembro. A Comissão de Árbitros considerou que o mesmo "cometeu erros graves e manifestos na condução disciplinar da partida" e citou alguns casos que deveriam ter tido outro desfecho.
Para a CONMEBOL, Neymar teve uma "atitude antidesportiva de indisciplina", ao discutir com o árbitro e pedir que Cuadrado recebesse um cartão. O jogador colombiano, por sua vez, também usou o braço de forma "ilegal" e deveria ter sido penalizado da mesma maneira que o craque do PSG.
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