Mino Raiola e os protestos sobre direitos humanos: «Política deve ficar longe dos jogadores»
Empresário fala em "muita pressão" sobre os atletas relativamente ao Mundial do Qatar
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Mino Raiola, um dos agentes mais influentes do futebol mundial, criticou esta segunda-feira as recentes manifestações de seleções como Alemanha e Noruega contra o desrespeito pelos direitos humanos no Qatar.
"Penso que a política deve ficar longe dos jogadores. Se eles quiserem manifestar-se, tudo bem, mas têm os seus próprios canais nas redes sociais para falar. A FIFA diz claramente nos regulamentos que não é permitido fazer manifestações políticas durante um jogo de futebol. Os jogadores devem ficar de fora disso, pois é algo que diz respeito à FIFA, ao Qatar e às federações", afirmou o empresário, ao canal holandês NOS.
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"Na minha opinião, há muita pressão sobre os jogadores. Não foram eles que escolheram onde seria jogado o Mundial, foram as federações e a FIFA. Nesta altura, se querem algo dos jogadores, então devem deixar que eles se envolvam nesse tipo de decisões", acrescentou Raiola, que representa nomes como Erling Haaland, Matthijs de Ligt e Paulo Pogba.
