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Presidente da Câmara Municipal de Lisboa destaca importância do retorno financeiro
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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) disse esta quarta-feira que o município vai ajudar no que puder no investimento para o Mundial'2030, que vai ser organizado por Portugal, em conjunto com Espanha e Marrocos.
"Vamos fazer tudo aquilo que pudermos, vamos tentar fazer o mais que pudermos nesta parte do investimento, porque para nós é importante o retorno, aliás, como já viram a nossa ajuda na Jornada Mundial da Juventude. A Câmara está sempre aqui para ajudar e, sobretudo, porque o retorno económico é também muito importante. Mas não só o retorno económico, é aquilo que se faz aqui, a energia de juntar as pessoas e todos estes países e juntar o mundo", afirmou Carlos Moedas.
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Após um evento na Cidade do Futebol, em Oeiras, em que foi visionada a votação da atribuição da organização do Mundial, Carlos Moedas assegurou que este "é um momento que ficará na história" e "é uma grande alegria, é uma alegria para os lisboetas, mas é sobretudo uma alegria para Portugal".
"O futebol é realmente estas emoções, é a capacidade de transformar o mundo e de unir o mundo. E, portanto, nós estaremos aqui como uma cidade aberta, a cidade da diversidade e da tolerância, onde tudo isto é possível. E, portanto, tudo aquilo que fizermos em Lisboa, vamos fazê-lo também para esta mensagem de união que tanto precisamos num mundo em guerra", assegurou.
Sobre o impacto para a cidade, Carlos Moedas lembrou os 300 milhões de euros estimados de retorno das Jornadas Mundiais da Juventude, em 2023.
Os três estádios portugueses candidatos a acolher jogos do Mundial'2030 serão o Estádio da Luz, o Estádio José Alvalade, ambos em Lisboa, e o Estádio do Dragão, no Porto, sendo que o recinto do Benfica - o único dos três com capacidade mínima de 60.000 lugares - poderá acolher uma das meias-finais da competição.
Portugal estreia-se na organização de Mundiais, após já ter recebido o Europeu de 2004, a Espanha organizou o Euro'1964 e o Mundial'1982 e Marrocos acolheu unicamente a Taça das Nações Africanas (CAN) em 1988, condição que irá repetir em 2025.
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