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Escrete já disputou 134 jogos fora do país só neste século contra apenas 37 em casa...
O público de Belo Horizonte poderá testemunhar esta quarta-feira uma das raras aparições da seleção do Brasil em território nacional. Desde o início do século 21 que o escrete disputou 171 jogos, mas desses apenas 37 em casa. A grande fatia dos encontros além fronteiras foram de caráter particular, a grande fonte de receitas para a Confederação Brasileira de Futebol (CBP).
É um negócio de milhões, o dos jogos particulares da seleção do Brasil. E também um dos motivos de críticas ao antigo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que apenas quatro meses antes de se demitir, em março do ano passado, prolongou um polémico contrato com uma firma do Qatar, válido agora até...2022.
A International Sports Events (ISE), promotora desportiva com sede no Qatar, comprou os direitos para organizar todos os jogos particulares do Brasil fora do seu território, pagando, em contrapartida, um milhão euros por cada jogo à CBF. A própria, subcontratou com a Pitch Internacional, uma empresa inglesa, a comercialização da publicidade relativa a cada jogo, mas os lucros daí gerados ficam no Qatar. Estima-se que por cada jogo da seleção do Brasil, a ISE ganhe três a quatro vezes mais do que paga à CBF.
Os jogos particulares disputados em território brasileiro são detidos por outra empresa, Klefer, uma companhia de marketing brasileira, mas a verba que esta paga por cada jogo é muito inferior ao que a CBF recebe da ISE.
Dos 171 jogos disputados pela seleção do Brasil desde 1 de janeiro de 2001, 134 foram realizados fora do país e apenas 37 em território nacional, somando já os 3 iniciais da Taça das Confederações. Dos 134 jogos no estrangeiro, 69 foram particulares. Dos 37 realizados em casa, apenas 14 foram particulares.
Até 2022 (ano em que o Mundial de futebol terá lugar no Qatar), estima-se que a ISE organize entre 6 a 10 jogos por ano, o que fará entrar nos cofres da CBF outros tantos milhões de euros.
Espanha ganha mais
Mas o Brasil já não é a seleção que cobra mais dinheiro por cada jogo particular. A Espanha, bicampeã europeia e campeã mundial em título, cobra pelo menos o dobro.
As solicitações que chegam à secretária de Angel Villar, o presidente da federação espanhola, são imensas. Até final desde ano de 2013 estão a ser discutidos pelo menos 3 jogos particulares que envolvem muitos milhões de euros.
Há um convite para jogar na África do Sul, em outubro, e outro para uma viagem à Índia e Singapura, em novembro. Só nestes dois casos, que poderão implicar uma viagem de uma semana, a federação espanhola poderá cobrar algo com 5 milhões de euros. O jogo na África do Sul valerá no mínimo 2 milhões.
A equipa tunisina chegou ao intervalo em desvantagem, por causa um tento do marroquino El Karti, aos 44 minutos, mas refez igualdade na segunda parte, aos 54, por Chaouat.
Durante a Taça das Confederação foram realizadas um total de 379 provas
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